UM NOVO CONCEITO EM EVENTOS.

(19) 99823-8857

Copa Soul MTB SP e Circuito Paulista de MTB, uma fusão grandiosa

No último dia 9 de janeiro Robison Pagotti, proprietário da Mix Sport esteve em Itajaí/SC em reunião com  André Maior, proprietário da marca de bicicletas Soul Cycles. Em uma reunião muito proveitosa ficaram decididos o formato e premiação para a Copa SOUL MTB SP 2019. A grande novidade ficou por conta da fusão do Circuito Paulista de Mountain Bike e Copa Soul Mountain Bike SP, com essa junção todos vão ganhar, “Vamos ter um campeonato forte com uma grande estrutura e a maior premiação do Estado de São Paulo. O participante não terá mais que escolher entre essa ou aquela prova, a junção traz benefícios e um aumento na qualidade do evento, estamos confiantes que muito em breve a Copa SOUL SP se torne o maior evento do Estado”. 

Para André Maior, proprietário da SOUL CYCLES, investir em eventos é proporcionar aos participantes uma qualidade de vida, incentivar o uso da bicicleta para a prática esportiva. Com um campeonato, o atleta tem o ânimo necessário para aumentar seus treinos, melhorar seu equipamento e conseguir uma melhora nos resultados.

A SOUL CYCLES é a única empresa do Brasil que investe em um Campeonato próprio, além de investir em estrutura e premiação para os participantes, a SOUL traz ao cliente, aquele que compete com as Bikes da marca SOUL e BMC um ranking exclusivo, ORANGE TEAM. Nele o participante tem uma premiação diferenciada. Para 2019 o ranking sera dividido entre categorias Pró e Sport até 30 anos e acima de 30 anos, masculino e feminino, e também o ranking exclusivo para atletas PNE (Portadores de Necessidades Especiais), que terão um ranking somente para essa categoria. O ORANGE TEAM é uma forma de devolver ao cliente o investimento que ele fez em seu equipamento.

Além da Copa SOUL MTB XCM, foi fechando parceria para o Canastra Ride, Taça São Paulo de MTB XCO, Power Series Brazil, Triathlon Series, Soul Cycles investido e acreditando nos eventos em São Paulo.

A 1º Etapa tem data marcada, 27 de Janeiro de 2019, em Santa Rita do Passa Quatro/SP, com um circuito fantástico e desafiador. São duas serras “animal”, que vão separar os homens dos meninos. Garanta já sua participação neste evento que vai ser D+.

INSCREVA-SE

Nova formação da equipe Caloi para 2019.

Com nova formação, equipe está ainda mais focada no grande objetivo de fortalecer o ciclismo nacional.

 

Em seu segundo ano como equipe oficial de mountain bike que disputará as principais provas do País, a Caloi Avancini Team apresenta novidades para a temporada 2019: formar futuros campeões segue como foco, mas agora o time será formado apenas por atletas que competem na categoria sub-23. Capacitar os mais jovens, oferecendo estrutura completa para que o futuro do esporte seja ainda mais forte, guiou essa mudança. Na nova formação está o trio de ciclistas Marcela Lima, Edson Rezende e Pedro Lage.

Foto 70713

“Esse é o quinto ano do projeto, que começou como AVA Project e evoluiu muito o ano passado com o lançamento oficial da Caloi Avancini Team. Nessa temporada, estamos rejuvenescendo a nossa equipe. Precisamos de atletas mais capacitados e essa formação esportiva tem um prazo maior. Nosso objetivo é que os atletas não só consigam crescer a curto prazo, mas também a longo prazo. Esses jovens atletas têm muito a se desenvolver se forem guiados no caminho correto. É uma oportunidade pra mim de muito valor, construir esse ambiente para poder potencializar o futuro do mountain bike brasileiro”, comenta Henrique Avancini.
Um dos principais atletas brasileiros da atualidade, Avancini, de 29 anos, conquistou em setembro do ano passado o campeonato mundial de MTB na categoria cross-country maratona. Foi a primeira vez que um atleta do País conseguiu vencer um mundial em uma das muitas modalidades que existem dentro no ciclismo – e foi ainda na categoria elite, a principal delas.

Foto 70714

Avancini não cansa de repetir em seus discursos que foco, determinação e treino são os termos que guiam seu sucesso. Mas o atleta sabe que para vencer não dá para “pedalar” sozinho. Além de equipamentos de última geração, como a bicicleta Caloi Elite Team, a equipe Caloi Avancini Team contará com uma estrutura completa, com profissionais de diversas áreas especializados no esporte, como nutricionista, fisioterapeuta, mecânico, psicóloga, fisiologista, entre outros. O time também tem uma parceria com o NAR (Núcleo de Alto Rendimento), que fica em São Paulo, que contribui na busca de uma melhor performance aos atletas. Na gerência de todo o time estará Ruy Avancini, pai e inspiração profissional de Henrique.
“Estamos proporcionando a esses jovens uma experiência única e de grande valor: dividir toda a minha vivência como atleta, onde quebrei e ainda estou quebrando barreiras, profissionalizando ainda mais o esporte, unido com a força e o histórico de uma marca como a Caloi, que é sinônimo de bicicleta no Brasil. Assim estamos conseguindo desenvolver esse trabalho, que é muito profissional, com tipo de gestão diferente, com outros objetivos além de resultados a curto prazo, pois é assim que eu acredito que seja um modelo que gera maior sucesso esportivo”, diz Avancini.
A nova equipe Caloi Avancini Team tem uma cara nova: Marcela Lima. Também formam a equipe os atletas Edson Rezende e Pedro Lage. Ambos são remanescentes do time Caloi Avancini Team no ano passado.
“Estou muito animado e feliz com esse grupo que formamos, atletas jovens e de grande potencial. São com certeza uma parte do futuro do mountain bike do Brasil”, diz Henrique Avancini.

Perfis dos atletas

Nome: Marcela Lima
Idade: 18 anos
Títulos: Campeã da Etapa da Copa do Mundo de Eliminator – Congonhas 2018; Vice-campeã brasileira XCO 2018; e Campeã Mineira XCO 2018

Nome: Edson Gilmar de Rezende Junior
Idade: 22 anos
Títulos: Vice-campeão Brasileiro XCM Elite 2018; vice-campeão Brasileiro XCO sub-23 nos anos de 2016 e 2017, e Vice-campeão do Brasil Ride 2018 Categoria America Man

Nome: Pedro Lage
Idade: 20 anos
Títulos: Campeão Brasileiro Juvenil 2015 e Vice-campeão Brasileiro Júnior 2017

Fonte pedal.com

Vai começar o seu desafio, Circuito Paulista de Mountain Bike 2019

Confira tudo oque vai rolar nesse campeonato que promete altas disputas

Grandes nomes do Mountain Bike estadual estarão presentes neste campeonato, considerado por muitos um dos maiores campeonatos do Estado de São Paulo, o CPMTB abre sua temporada no dia 27 de janeiro na cidade de Santa Rita do Passa Quatro/SP. A cidade é conhecida pelo seus atrativos naturais como cachoeiras, trilhas para mountain bike e varias rampas para a prática do voo livre.

O CPMTB 2019 invade Santa Rita e trás em sua bagagem uma estrutura completa para um grande evento, são esperados cerca de 500 participantes vindos de todo estado, a trilha já esta pronta e com certeza será desafiadora, para as categorias PRO a distância será de 59KM com 1.290 de acumulado, para as categorias SPORT a distância de 39KM com 780 de acumulado.

Com parceria com a Sódbike, tradicional empresa de uniforme esportivo que ira fornecer as camisetas de alta performance para todos os lideres de cada categoria.

Fique por dentro do circuito, lugares fantásticos onde a natureza se faz presente.

Abertura da temporada 2019 – Clube de Campo Municipal de Santa Rita do Passa Quatro/SP. O local oferece ampla estrutura para eventos, estacionamento, lanchonete, área de camping com churraqueira, piscina e tudo isso com segurança total. Venha para o Circuito Paulista e desfruta desse grande esporte o MOUNTAIN BIKE.

INSCREVA-SE

 

 

 

 

Pedestres e ciclistas poderão ser multados a partir de março; entenda

A partir do dia 1º de março deste ano, pedestres e ciclistas poderão ser multados por diversas infrações. A punição já era prevista no CTB (Código de Trânsito Brasileiro) desde 1997, mas não vigorava por falta de regulamentação.

As regras para esse tipo de infração (confira lista abaixo) foi definida em outubro de 2016, e o prazo inicial para implementação era de abril do ano passado. O Contran (Conselho Nacional de Trânsito), porém, adiou o início da aplicação para este ano, para que os órgãos de trânsito tivessem mais tempo para se adaptar.

As multas serão de R$ 44,19 para pedestres e de R$ 130,16 para ciclistas – estes ainda podem ter a bicicleta removida dependendo da infração.

Elas serão aplicadas por agentes de trânsito ou autoridades, que devem preencher um auto de infração, físico ou eletrônico, contendo nome completo e documento de identificação. Outros dados, como CPF e endereço são opcionais.

Confira na lista abaixo as ações que podem gerar multas a partir de março de 2019:

Pedestres

  • Ficar no meio da rua;
  • Atravessar fora da faixa, da passarela ou passagem subterrânea;
  • Utilizar as vias sem autorização para festas, práticas esportivas, desfiles, ou atividades que prejudiquem o trânsito.

Ciclistas

  • Andar na calçada quando não há sinalização permitindo;
  • Guiar de “forma agressiva”;
  • Andar em vias de trânsito rápido, que não têm cruzamentos;
  • Pedalar sem as mãos;
  • Transportar peso incompatível;
  • Andar na contramão na pista dos carros.

2018 Um ano marcante para o MTB nacional.

Henrique Avancini Campeão Mundial MTb Maratona

O atleta Cannondale Racing Factory, Henrique Avancini, foi campeão Mundial de MTB Maratona em Auronzo, Itália, se consagrando o primeiro brasileiro com título mundial. Este ano, o campeão participou das dez etapas da Copa do Mundo UCI, sendo que em todas ficou entre os Top 20. Avancini conquistou o 1º, 2º e 3º lugares na prova de Short Track da Copa do Mundo, classificatória para o alinhamento do XCO na competição. Além disso, ficou duas vezes na quarta colocação, subindo no pódio do XCO da Copa do Mundo da UCI. O brasileiro finalizou em 4º lugar geral na competição, além de também ter sido campeão por equipe com a Cannondale Factory Racing. Avancini fechou o ano sendo o escolhido através de uma votação online como o ‘Atleta da Torcida’, no Prêmio Brasil Olímpico.

 Cape Epic

Foto 70605

A Ultra Maratona que leva os principais atletas do Mundo para a África do Sul teve momentos marcantes. Para o Brasil, Henrique Avancini começou o ano mostrando que ainda conquistaria muito pela frente, e alcançou o 3º lugar ao lado do companheiro de equipe e dupla, o alemão Manuel Fumic. Este ano, Fumic também levantou polêmica depois de ter colidir com o atleta Jeremiah Bishop. Venceram a competição Jaroslav Kulhavy e Howard Grotts (Investec Songo Specialized), seguido de Alban Lakata e Kristian Hynek (Canyon Topeak).

Além do brasileiro Avancini, Raíza Goulão (PMRA Racing Team) representou as mulheres ao lado da francesa Margot Moschetti conquistando o Top 5. Na categoria Máster, a bandeira verde-amarela subiu no pódio representada por Abraao Azevedo (Sandd A. Eagle AAZ) ao lado do atleta holandês Bart Brentjens.

Pan Americano

Este ano foram três ouros para o Brasil no Pan-americano de mountain bike que aconteceu na cidade colombiana, Pereira. Luiz Henrique Cocuzzi e Raiza Goulão cantaram o Hino Nacional no lugar mais alto do pódio. Além da Super Elite, a atleta Cadete B Feminina, Giuliana Morgen (Sense Factory Racing) também levou a medalha de Ouro para o Brasil.

 Campeonato Brasileiro de XCO

São Paulo foi o cenário do Campeonato Brasileiro de XCO 2018. A competição reuniu cerca de 300 atletas com idade a partir de doze anos, que disputaram o título nacional em 22 categorias. Os campeões brasileiros de XCO 2018 na Elite foram Henrique Avancini e Jaqueline Mourão, que voltou aos singles tracks este ano.

Audiência de XCO supera a de Downhill

Foto 70626

Uma matéria publicada hoje no site norte-americano Pink Bike revelou que pela primeira vez desde que a Red Bull começou a transmitir provas de MTB, o número de espectadores das competições de Cross-Country Olímpico (XCO) foi maior do que os de Downhill. A matéria revelou ainda que a participação do Brasil tem sido expressiva nestes números.

Copa do Mundo UCI de MTB Eliminator

Brasil recebeu pela primeira vez uma etapa Copa do Mundo UCI MTB de Eliminator. Esta foi a primeira vez que aconteceu uma Copa do Mundo da União Ciclística Internacional (UCI) na América Latina. Na ocasião, a atleta Team Groove, Marcela Lima foi a campeã. No Masculino, o holandês Jeroen Von Eck levou a melhor. O evento aconteceu em Congonhas e foi organizado pela Copa Internacional de MTB.

Em 2019, o Mountain Bike promete altos pegas, vamos aguardar e delirar com personagens incrível desse esporte.

Quatro passos essenciais para os períodos de transição e base

Gabriel Vargas/Especial para o Bikemagazine
Fotos: divulgação

“O que fazer no período de base” é uma das perguntas mais feitas pelos ciclistas durante toda a temporada e especialmente na proximidade do fim do ano. O crescimento das expectativas para a temporada seguinte e o início da divulgação das datas das provas mais importantes renovam a motivação e nos faz querer empreender um ano melhor que o anterior.

Quem tem metas para o próximo ano e deseja ter uma grande temporada precisa começar a trabalhar desde já. Abaixo, descrevo quatro etapas simples e essenciais além de duas sugestões. As recomendações são válidas para praticantes de praticamente qualquer modalidade, com qualquer nível de experiência e objetivos.

1 – Antes de tudo, avaliar e planejar

Qualquer ambição precisa ser fundamentada no que você é capaz ou está próximo de ser capaz. Por isso, olhe para trás e veja como foi seu ano que passou. Vá ao Strava ou ao seu diário de treinos e analise a quilometragem mês a mês, o total de horas de treino, a média por semana. Procure pelas épocas em que sentiu sua melhor forma, e quando esteve com mais sensação de fadiga e falta de motivação. Se competiu, relembre o que fez nos treinos imediatamente anteriores às provas e reflita sobre o que deu certo e o que deu errado.

Se seu desejo é ter um próximo ano melhor que o atual, essa retrospectiva é fundamental para estabelecer uma marca a ser batida. Nesse ponto, entra em cena o planejamento. Você não irá elaborar seus treinos exatamente, mas começar a responder algumas perguntas básicas. As respostas para essas perguntas já serão a espinha dorsal do planejamento do seu treinamento:

– Quanto tempo ou quantos treinos posso dedicar aos treinos por semana?

– Posso criar uma rotina de treinos que seja razoável, permitindo boa recuperação entre as atividades e evitando períodos prolongados (mais de 48 horas) sem treinos?

– Qual a minha meta geral? Qual o meu sonho ou o que buscarei durante o próximo ano?

– Vou competir? Qual a data das provas? Tenho outros objetivos extra-competição?

– Se vou competir, qual o objetivo em cada uma dessas provas? Completar, pisar no pódio, vencer?

– Tenho e consigo manter a estrutura necessária e de acordo com minhas metas? Rotina, alimentação, recuperação, equipamento, despesas, etc?

Na hora de planejar sua próxima temporada, lembre-se que consistência e regularidade são fundamentais. De nada adianta ter uma primeira semana brilhante e bem estruturada e depois perder o fio da meada. Como sempre digo, é melhor fazer um pouco sempre do que o bastante de vez em quando. Que também é muito melhor do que fazer o perfeito, nunca.

Antes do próximo ciclo, passamos pelo pequeno período de transição: as férias Foto: arquivo

2 – Transição e descanso

Fechar uma temporada é como fechar um ciclo. Antes de iniciar o próximo ciclo, passamos pelo pequeno período de transição: as férias do ciclista. O que irá acontecer nessa fase e sua duração vai depender de muitas coisas. Normalmente, a necessidade de descanso e recuperação é proporcional ao desgaste e fadiga. Para a maioria dos amadores que treinaram sério durante o ano, a recomendação é tirar uma ou duas semanas de treinos descomprometidos, leves, livres – o famoso “Garmin no bolso”. Aproveite o momento para pedalar com outras pessoas ou outros lugares, sem a mínima preocupação com números. Para quem ainda não iniciou um programa de treinamento duro, não há muita necessidade de transição. Para muitas pessoas, o fim de ano inclui viagens, compromissos familiares e festividades que afastam da bike. Tudo isso precisa ser levado em consideração.

3 – Academia? Sim!

Estamos longe das provas e outros objetivos, nosso corpo está enfraquecido e desbalanceado, temos sempre algo a aprimorar e, sendo verão, precisamos muito de algo para fazer durante aquela semana que vai chover por dias seguidos! Academia não é uma opção, é praticamente uma necessidade.

Há anos ouço os mesmo argumentos contra o trabalho de fortalecimento: “é só treinar força na bike!”; “vou ganhar massa e ficar pesado!” “vai atrapalhar os treinos da base!”. Etc e etc. Respondo: não é possível realizar um trabalho de fortalecimento global, completo, equilibrado e de qualidade na bike; toda massa muscular excedente será dispensada na fase de manutenção do fortalecimento (durante a proximidade com as competições); e não há problema em subir na bike com as pernas cansadas da musculação, pois durante a base os treinos tem outra ênfase (veja mais abaixo).

A musculação convencional em aparelhos e pesos livres é muito boa, mas a melhor recomendação é o treinamento funcional, com exercícios multiarticulares, que exigem equilíbrio e balanço e tem grande atuação sobre o core. Pilates e Ioga também são alternativas interessantes, mas recomendo experimentar as opções disponíveis.

Seja qual for sua opção o trabalho de fortalecimento é um dos aspectos mais importantes da pré-temporada: prevenção e até tratamento de lesões, correção de desequilíbrios musculares, ganho de potência e melhoria na estabilidade do corpo e controle da bike.

Além disso, há dois benefícios importantíssimos decorrentes do fortalecimento. Um deles é que o ganho de massa tende a aumentar a demanda energética mesmo enquanto estiver em repouso, ou seja, você processará mais nutrientes ingeridos e estocados, o que contribui tanto para a perda de massa gorda quanto para a recuperação muscular após os treinos.

Outro benefício é a capacidade de distribuir o esforço do treino entre a musculatura melhor preparada. Quando estiver cansado após muitos quilômetros, você terá todo um aporte muscular para ajudar a manter a sustentação e o movimento.

Aproveite o momento para pedalar com outras pessoas em outros lugares Foto: The Col Collective

5 – Base

O período de base pode ser a diferença entre uma boa temporada ou um ano inteiro correndo atrás do prejuízo. A grande pergunta é: o que fazer? Há pelo menos duas abordagens para o período de base. Qual é a ideal para você… como sempre, depende.

A primeira abordagem é a mais clássica e tradicional, conhecida como LSD, sigla em inglês para long-slow distance. Ou seja, é ditada pela “quantidade”: muito volume em baixa intensidade. Essa abordagem tem origem na necessidade de reconstruir resistência – um processo demorado – após meses de muitas competições (o que deixa pouco tempo para treinar tal capacidade) e um inverno treinando nos roletes. Sim, inverno – afinal, nosso esporte tem enorme herança europeia e, assim como o agasalho do Papai Noel e a decoração de Natal com neve, muito do que fazemos só faz sentido nas origens dessa tradição.

A LSD é uma excelente abordagem para quem pretende dar um salto para o próximo ano e tem planos de longo prazo. Por exemplo, quem vai começar a ter uma rotina mais bem estruturada de treinamento ou quem vai subir para uma categoria mais disputada precisa, antes de tudo, estar adaptado ao maior volume de treinamento que é necessário. Ela também é ideal para quem tem calendário de competições recheado (2 ou 3 provas por mês) ou muito tempo disponível para treinar (mais de 3 horas por dia). É importante realizar estímulos de manutenção para que o atleta não perca eficiência no metabolismo anaeróbio e capacidades máximas de processamento de O2.

A segunda abordagem é mais contemporânea e tem ganhado força com o treinamento com potência para amadores e entre treinadores de triatlo. Ela diz que não precisamos de bastante volume em baixa intensidade, e sim manter (em partes) a intensidade e dedicar tempo de treino a áreas deficitárias da performance. Ou seja, é focada em “qualidade”. Essa abordagem faz sentido entre atletas com muito pouco tempo disponível para treinar ou que treinam a maior parte da semana no rolo, ou para quem tem calendário de provas esporádicas ou inexistente. Por outro lado, se não for empreendida cuidadosamente, poderá colocar o ciclista em um platô, sem avançar em ganhos de performance ao longo do ano.

Sendo assim, cada um precisa determinar sua abordagem de acordo com as suas necessidades. Uma base “quantitativa” leva o atleta a um novo patamar de endurance, mas com performance deficiente que precisará ser construída posteriormente. Uma base “qualitativa” permite que o atleta aprimore muitas de suas capacidades de performance, mas pode não avançar em endurance e, talvez, não propiciar os benefícios do processo macrocíclico do treinamento a longo prazo.

Gabriel Vargas – Treinamento em ciclismo
www.gabrielvargas.com.br
Gabriel Vargas tem o apoio de Pro Road Cycling Jerseys

Temer corta Bolsa Atleta pela metade.

Temer corta Bolsa Atleta pela metade, tira contribuição a jovens e preserva investimento na elite. De saída e no último dia útil do ano, governo reduz em quase 60% número de beneficiados.

Temer corta Bolsa Atleta pela metade, tira contribuição a jovens e preserva investimento na elite

No último dia útil do ano, o governo Michel Temer (MDB) publicou no Diário Oficial da União a lista de contemplados do Bolsa Atleta de 2018 – e que receberão o incentivo no próximo ano pelos resultados obtidos em 2017. E a divulgação é dramática para o esporte nacional. A União decidiu cortar o orçamento do programa praticamente pela metade em relação aos anos anteriores – na comparação com 2014, 2015 e 2016, por exemplo, a queda é de quase 60%.

A portaria, de número 381, foi assinada pelo ministro do Esporte Leandro Cruz. De acordo com o Ministério do Esporte, o investimento no Bolsa Atleta será de R$ 53,6 milhões em 2018, valor muito inferior aos repasses de exercícios passados, que geralmente superavam R$ 150 milhões. Ainda segundo a pasta, serão patrocinados 3.058 atletas, dos quais 2.097 de modalidades olímpicas e 961 de paralímpicas. A lista de contemplados pode ser vista aqui. Em 2014 foram 6.667 e em 2016, 7.223. O auge do investimento ocorreu em 2013, com liberação de R$ 183 milhões para o programa.

Em média, o número de bolsistas do programa girava em torno de 6.000 a 7.000 por ano, mas esse contingente deve sofrer uma redução significativa. O corte deve afetar, sobretudo, atletas mais jovens da categoria “estudantil” e “base”, que recebem R$ 370 mensais – as outras categorias são “nacional” (R$ 925), “internacional” (R$ 1.850), “olímpica/paralímpica” (R$ 3.100) e “pódio” (R$ 5 mil a 15 mil).

O governo Temer já havia reduzido o aporte de recursos no Bolsa Atleta nos dois últimos anos e dirigido os valores somente a competidores de modalidades olímpicos – algo que foi na contramão do que a União havia feito nos mandatos de Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff.

Apesar de sacrificar os jovens, a bolsa se manteve intacta para os atletas da elite do esporte nacional. Competidores das categorias mais ao topo da pirâmide, justamente aqueles que disputam Campeonatos Mundiais e Jogos Olímpicos, não terão corte. Estes, porém, em geral têm outras fontes de financiamento e não dependem do subsídio federal.

O Bolsa Atleta foi criado em julho de 2004 e regulamentado em janeiro de 2005. Em seus 13 anos de existência, distribuiu mais de R$ 1 bilhão a atletas do país.

Por GloboEsporte.com — São Paulo

Jaqueline Mourão é nova contratação da Sense Factory Racing

A partir de 2019, equipe de fábrica da Sense Bike é a nova casa de uma das maiores lendas do MTB nacional.

Foto 70578

Para quem acompanha o MTB há alguns anos, o nome Jaqueline Mourão é pra lá de conhecido. Isso porque, entre 1991 e 2008, ela foi uma das principais atletas brasileiras da modalidade, obtendo destaque nacional e internacional.

Em 2004 em Atenas, Jaque tornou-se a primeira mountain biker do Brasil a representar o país em jogos olímpicos. No feminino e no masculino, até hoje seu décimo oitavo lugar é o melhor resultado obtido por um brasileiro em olimpíadas. Quatro anos depois, em Pequim, novamente ela foi nossa representante.

Dentre outras conquistas, Jaque foi oitava colocada no Campeonato Mundial de Maratona em 2003 na Suíça e campeã na Copa do Mundo de Maratona em 2005 no Canadá, resultado até hoje nunca igualado. Ela também foi quarta colocada na etapa de Balneário Camboriú da Copa do Mundo de XC em 2005 – primeiro pódio brasileiro na Elite da modalidade entre homens e mulheres e o único feminino até hoje.

Em 2008, Jaqueline deixou de competir de MTB, focando suas energias em outros esportes. Neste período, ela representou o Brasil no esqui cross-country e no biathlon nos jogos olímpicos de inverno entre 2006 e 2018, quebrando assim diversas barreiras para o esporte nacional. Depois dessa “pausa”, a mineira de 42 anos resolveu voltar ao MTB em 2018, conquistando logo de cara o Campeonato Brasileiro de MTB XCO, realizado em julho em São Paulo.

Mountain Biking, um esporte que evoluiu bastante

A decisão de voltar às trilhas em 2018 não foi planejada por Jaque. Depois de terminar os jogos olímpicos de inverno naquele ano, a ideia do retorno surgiu meio que ao acaso, fruto de uma curiosidade em saber onde estaria seu desempenho caso não tivesse parado de pedalar. Depois de fazer uma pequena transição, ela participou de algumas provas no Canadá e conseguiu o índice para competir na Copa do Mundo de MTB XCO, tendo corrido diversas etapas no ano.

A atleta afirma que os dez anos praticando esqui foram responsáveis por seu fortalecimento físico e mental, o que a preparou para esta nova jornada em sua carreira. Um detalhe interessante é que, segundo ela, as pistas do MTB XCO mudaram bastante, mas não como muitos imaginam.

“Não digo que elas ficaram mais técnicas porque o que tínhamos antigamente já era desafiador, principalmente com bikes aro 26. Hoje, porém, as pistas têm mais obstáculos artificiais como saltos e curvas que exigem habilidades do BMX, além dos rock gardens”, explicou.

Além das pistas, Jaque afirma que a própria estrutura do MTB sofreu uma mudança profunda, em parte graças ao trabalho de equipes como a Sense Factory Racing.

“Sinto muito orgulho em ver uma equipe brasileira, de uma empresa mineira, se destacando no cenário e investindo no esporte de maneira muito profissional. Isso leva todo mundo para frente e agrega no crescimento do esporte”, afirmou.

Além disso, Jaque sabe que parte deste desenvolvimento é responsabilidade dela mesma. “Comparado com antigamente, o MTB nacional cresceu muito. Hoje é incrível ver a participação feminina em provas no Brasil. Muito legal ver que uma sementinha que plantei lá atrás gerou frutos”, afirmou.

De casa nova

Apesar da experiência, entrar para a Sense Factory Racing apresentou uma novidade na carreira de Jaqueline. Isso porque, até agora, ela sempre correu individualmente, contando basicamente com patrocinadores pessoais.

Foto 70579

“Fazer parte de uma equipe internacional sempre foi um sonho. Fiquei muito feliz pelo reconhecimento da Sense, pois é uma empresa que combina muito comigo. Além de serem mineiros, esse pioneirismo da marca e sua história mostram muita resiliência. Assim como eles, eu também quebrei limites”, explicou a atleta fazendo referência ao slogan “Breaking Limits” da marca.

Segundo Jaque, além do objetivo competitivo, sua presença na equipe servirá para transmitir sua experiência internacional para dois jovens de muito talento que fazem parte do time: Mario Couto e Giugiu Morgen, destaques absolutos em suas respectivas categorias e com futuros promissores pela frente.

“Ter no nosso time duas lendas do presente como Jaqueline Mourão e Rubinho Valeriano nos deixa muito felizes. Acreditamos que a experiência deles e tudo o que eles representam no mountain biking vai acrescentar muito no desenvolvimento desses jovens talentos. Mario e Giugiu têm tudo se tornarem grandes atletas do cenário mundial”, afirmou Marlen Ferreira, Team Manager da Sense Factory Racing.

Segundo ele, a contratação de Jaque é o mais novo passo no projeto de desenvolvimento da Sense Bike. “Mais uma vez estamos quebrando barreiras ao trazer de volta uma das maiores atletas do Brasil. Por tudo o que ela já fez e ainda vai fazer, a vinda de Jaqueline serve para coroar este grande momento da Sense, mostrando tudo o que nós pretendendo fazer nos próximos anos para levar o nome do Brasil para o mundo”, finalizou Marlen.

O processo de expansão da Sense começou em 2016 com a apresentação da nova planta da marca em Manaus, e ganhou força total em 2018. No ano que passou, o fabricante anunciou a compra da Sul-Africana Swift Carbon, a loja conceito Sense Bike Shop e uma linha de bicicletas revolucionária. Agora, a contratação de Jaqueline Mourão chega para fechar com chave de ouro este ano muito especial para o fabricante nacional de bicicletas.

Para mais informações, acesse o site da Sense Bike.

Fonte: www.pedal.com.br

Calendário de eventos 2019

Mix Sport lança junto com a sua nova plataforma do site um calendário dinâmico e prático para você localizar os principais eventos. Para 2019 a Mix Sport junto com seus colaboradores preparou muitos eventos, um dos destaques é o Canastra Ride, realizado no paraíso do Mountain Bike na Serra da Canastra, o Triathlon Series em sua 5º Edição que vem crescendo ano a ano e o já consagrado Circuito Paulista de Mountain Bike, as novidades ficam por conta da Copa Soul de MTB XCM e o  lançamento exclusivo da marca POWER SERIES BRASIL, enfim 2019 promete fortes emoções e grandes disputas em várias modalidades esportivas promovidas pela Mix Sport.

Acesse o site www.mixsport.com.br  clique em calendário e obtenha informações de todos os eventos com qualidade Mix Sport. Para você organizador que queira divulgar seu evento acesse a plataforma contatos e envie um e-mail solicitando ficha para cadastro de eventos, é simples e rápido e com certeza seu evento terá muito mais visibilidade. O site Mix Sport em parceria com o ticketbr.com.br oferece inscrições on-line e e-mailing marketing. Entre em contato e solicite um plano que possa atender suas necessidades, Mix Sport trabalhando junto com você, organizador, para tornar seu evento um sucesso.

Strava mostra que brasileiro preza por digital no esporte

Em estudo, brasileiros têm 2,3 vezes mais seguidores que colegas de outros países.

O brasileiro tem um gosto especial pela socialização na hora de praticar o esporte, mas mais no meio digital do que pessoalmente. A conclusão pode ser tirada de um estudo de usuários da rede social Strava, que fez um levantamento com dados de atletas do Brasil e do resto do mundo.

No país, a rede conta com 4,5 milhões de usuários, que serviram de base para medir o comportamento na prática esportiva. E o brasileiro tem um modo particular de lidar com a rede: ele é mais engajado que a média mundial.

No geral, os brasileiros têm 2,3 vezes mais seguidores que seus colegas de outros países. Isso também gera três vezes mais “curtidas” em publicações nas redes.

Foto: Divulgação

“Temos uma ferramenta que tem tudo a ver com o povo brasileiro, que gosta de ver e ser visto. O engajamento local mostra o quanto isso é relevante por aqui”, comentou, em nota, o diretor do Strava no Brasil, Guilherme Guimarães.

Por outro lado, o brasileiro se reúne menos pessoalmente. Segundo o levantamento da empresa, a média de usuários por grupos formados nas redes é de 7,4, abaixo da média global. No Reino Unido, por exemplo, o número chega a 13,6.

E reunir-se pessoalmente, segundo a empresa, vira um incentivo para os usuários. Em grupos, a duração média da atividade física subiu 10,2% em qualquer modalidade. A distância média sobe ainda mais: 21,4%.

Atualmente, o Strava reúne 36 milhões de atletas em 195 países. Segundo o relatório apresentado, chamado de “Ano no Esporte”, foram 624 milhões de registros de atividades físicas. No Brasil, a rede social apresentou crescimento de 94,6% no número de corridas e 70,3% nas atividades com bicicleta.

Fonte https://maquinadoesporte.uol.com.br