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COPA DO MUNDO MTB XCO 2020 – UCI APRESENTA CALENDÁRIO PÓS-PANDEMIA

ENTIDADE MÁXIMA DO CICLISMO COMEÇA A SE PREPARA PARA VOLTA DAS COMPETIÇÕES. CONFIRA AS DATAS.

No último dia 15, a The Union Cycliste Internationale (UCI) anunciou seu novo calendário para diversas modalidades do ciclismo, dentre elas a Copa do Mundo de MTB XCO, e também do Campeonato Mundial de XCO. Além disso, a entidade ainda apresentou o novo sistema de classificação para as olimpíadas de Tókio 2021.

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A nota emitida pela entidade explica que as competições ao redor do mundo foram paralisadas em março e que, depois de muita negociação com os acionistas e com as autoridades locais, a Copa do Mundo de MTB XCO terá seu início em Setembro, com diversas competições acontecendo em finais de semanas consecutivos até novembro.

Até o cancelamento, seriam dez etapas ao todo, com seis provas de XCO e Short Track e oito de Downhill. Porém, quatro organizadores tiveram que cancelar suas participações do conta da pandemia da Covid-19: Losinj (Croácia), Fort William (Grã Bretanha), Vallnord Pal Arinsal (Andorra) e Mont-Sainte-Anne (Canadá).

Calendário Copa do Mundo de MTB XCO 2020

-5-6 Setembro: Lenzerheide, Suíça (XCO/DHI)

-12-13 Setembro: Val di Sole, Itália (XCO/DHI)

-19-20 Setembro: Les Gets, França (XCO/DHI)

-29 Setembro-4 October: Nove Mesto na Morave, Republica Tcheca (XCO) – Dois Rounds

-15-18 Setembro: Maribor, Slovenia (DHI) – Dois Rounds

-29 Outubro-1st Novembro: Lousa, Portugal (DHI) – Dois Rounds

Sistema de classificação olímpico

Os pontos conquistados em dois fins de semana da Copa do Mundo durante 2021 serão adicionados aos somados até o dia 3 de março de 2020. As competições ainda devem ser escolhidas no futuro.

Bicicletas – é momento de se repensar a mobilidade | USUVIAS

Em período de pandemia, o uso de bicicletas pode colaborar na prevenção da contaminação pelo coronavírus

A capacidade de transformação é um dom que muitas vezes desperta em momentos de crise e tensão.

A busca de meios saudáveis de vida é uma constante, principalmente em um cotidiano repleto de situações estressantes como no dia a dia de grandes centros urbanos.

A pandêmica da Covid-19 tem despertado a percepção de que a bicicleta, como meio de locomoção urbana, em momento de exigência de distanciamento social, pode significar uma saída favorável a se evitar o contato pessoal, já que, tão cedo, não há perspectiva de vacina que nos proteja do coronavírus.

Nova Iorque, por exemplo, leva adiante um projeto de transformação da mobilidade, visando a transformação de cerca de 120 km de ruas em espaço destinado aos ciclistas e pedestres.

Big Apple mostra ao mundo, com essa mentalidade voltada ao bem comum e em favor da valorização do interesse social, que é possível transformar situações de crise gerando bem estar e proteção à população.

São Paulo, por exemplo, expandiu horários e dias de acesso de bicicletas em trens e metrôs, incentivando o uso desse meio de transporte que além do baixo custo, contribui favoravelmente com o meio ambiente e com a saúde.

No Brasil, centenas de municípios são cortados por rodovias sob concessão, muitos deles ligados por distâncias que facilmente seriam transpostas pelo uso de bicicletas, principalmente pela topografia favorável.

A construção de ciclovias não requer alto investimento e grande tempo para sua implantação, além de garantir um enorme retorno social.

Os aspectos positivos do uso de bicicletas em locomoção de curta distância são patentes, tanto no âmbito individual quanto coletivo.

Então, qual a razão de se restringir o uso de bicicletas em vias sob concessão? Acreditamos ser o momento de se repensar a questão e incluir nas concessões rodoviárias a obrigatoriedade de construção de ciclovias voltadas para a locomoção tanto urbana quanto intermunicipal?

Não há nada que impeça essa transformação, bastando vontade direcionada para tal fim por parte de nossos governantes.

As concessionárias, possivelmente, devem enxergar uma medida de transformação de tal natureza com bons olhos, pois a par da valorização da imagem e da contribuição positiva em favor das sociedades regionalizadas, os custos seriam suportados por realinhamentos contratuais.

E esses realinhamentos contratuais necessariamente não precisariam repercutir em elevação de tarifa, já que a prorrogação do prazo contratual é uma verdade.

E motivação para essa guinada vem da atual crise da pandemia que anseia por alternativas criativas para se driblar riscos de contaminação, pedindo distanciamento social ao mesmo tempo em que se deseja o retorno da vida à normalidade diária.

É, portanto, momento de se repensar essa questão.

Essa política pública de interesse social passa a ser uma de nossas bandeiras, pois vai ao encontro dos interesses de parcela significativa de usuários.

Agência Usuvias

Nova York prepara reconstrução urbana sem precedentes, priorizando as bicicletas após o Covid-19

Já está ficando comum ouvirmos políticos de todo o mundo dizer que a bicicleta pode ser decisiva como meio de transporte durante a pandemia. Mas Nova York pode ser a primeira a realizar uma enorme reconstrução urbana com até 120 km de ruas para ciclistas e pedestres.

Sem vacina ou medicamentos comprovados para lidar com o coronavírus, a única medida verdadeiramente eficaz para prevenir a infecção é o distanciamento social popular. Mas o que acontecerá quando voltarmos às ruas?

A distância social entre pessoas de pelo menos 1,5 metro é uma boa medida para evitar um novo contágio maciço, mas é muito difícil manter essa distância em alguns espaços essenciais para que a atividade econômica volte ao normal. Por exemplo, em transportes públicos.

Muitos países já afirmaram que andar de bicicleta ou a pé são maneiras seguras de se locomover pela cidade enquanto durar a ameaça do vírus. Mas se o fluxo de ciclistas e pedestres crescer exponencialmente, eles ainda precisarão de mais espaço na cidade para que a distância de segurança possa ser mantida. Um espaço que precisará ser removido do tráfego motorizado.

Até agora, ouvimos apenas sugestões de países como França ou Espanha, mas em Nova York, a cidade com a maior densidade populacional do mundo, já existe um projeto de lei em cima da mesa que será aprovado nos próximos dias e que, de acordo com o StreetsBlog NYC , permitirá 120 km de ruas para uso exclusivo de pedestres e ciclistas.

O projeto teve alguns detratores, como o prefeito da cidade, Bill de Blasio, que agora parece ter que cumprir a nova reorganização da lei.

“Os nova-iorquinos não têm espaço nas ruas para manter distância social adequada, o que sabemos ser essencial nesta crise de saúde pública…Embora desejemos trabalhar em colaboração com o governo para abrir as ruas, esta questão é tão importante e tão urgente que estamos tomando medidas legislativas para que isso aconteça”, disse Corey Johnson, presidente do conselho da cidade.

Por sua parte, o prefeito está participando para que a medida seja acompanhada por uma grande presença policial que garanta o cumprimento dos novos regulamentos.

Depois de muitos anos em que a bicicleta recuperou seu espaço nas cidades, esse pode finalmente ser o impulso definitivo. Mas, como tudo o que temos visto nas últimas semanas, parece ser algo tão surpreendente que precisaremos ver para crer. Mas é um começo, e já é um começo excelente!

Fonte da matéria

Como melhorar a técnica da pedalada

Quando pedalamos, se ocorre alguma falha no movimento de uma das pernas, a outra acaba compensando-a. Uma perna ajuda a outra a completar a pedalada, dando assim continuidade ao ciclo e mantendo o ritmo de deslocamento da bike.

Ao pedalar com uma perna só, no entanto, essa ajuda deixa de existir e para manter o ritmo é necessário executar o ciclo completo do movimento ou a bike perde velocidade e estabilidade. Trata-se de um exercício muito eficiente para melhorar a técnica da pedalada.

Segundo Ricardo Hirsch, diretor técnico da assessoria esportiva Personal Life, esse exercício nos faz perceber a importância de ter uma pedalada redonda do início ao fim, aproveitando ao máximo os momentos de empurrar e puxar o pedal para ganhar velocidade.

Isso porque a tendência é relaxar a perna no movimento de retorno, quando o pé volta do ponto mais baixo para o ponto mais alto do pedal, deixando de aproveitar esse momento para fazer força. Por isso o exercício é eficaz para aprimorar a técnica e deixar o movimento mais uniforme, tornando-o mais eficiente.

Empurra e puxa em 3 fases

Resultado de imagem para forma correta de pedalar com pedal clip

Para obter ganhos com esse exercício, ele não pode ser feito apenas em baixa intensidade. É preciso haver variação de ritmo e de aplicação de força — assim, o atleta aprenderá a controlar o movimento em qualquer uma das situações.

A melhor forma é executá-lo em três fases, focando primeiro no movimento de empurrar o pedal, depois no de puxar e por fim empurrando e puxando. Hirsch sugere fazer três séries para cada fase, com duração de 1 minuto para os movimentos específicos e de 2 minutos para o ciclo completo, sempre alternando o ritmo, começando leve, passando a moderado e terminando forte.

Fonte www.ativo.com

Desafio Soul Cycles MTB XCM – 05/04 Ourinhos SP

Um grande evento com uma grande marca patrocinadora SOUL CYCLES presente em vários eventos, agora é a vez de Ourinhos receber o Desafio SOUL MTB XCM. Garanta já sua participação nesse super evento, onde os bikers terão como paisagem as margens do Rio Paranapanema divisa entre São Paulo  e Paraná, 42 Km categoria pro e 32 Km categoria sport muitas subidas e paisagens lindíssimas. Venha para esse desafio.

 

 

 

Membro do COI põe maio como data limite para cancelar Olimpíada

Um importante integrante do COI (Comitê Olímpico Internacional) disse nesta terça-feira (25) que, caso seja comprovado que a epidemia de coronavírus se tornou perigosa demais, é mais provável que a Olimpíada deste ano seja cancelada do que transferida de local ou adiada.

“Vai chegar o momento em que as pessoas vão ter de perguntar: ‘essa situação está sob controle o suficiente e nós podemos ficar confiantes sobre ir a Tóquio?'”, questionou o canadense Dick Pound, membro do COI desde 1978, o que o torna o mais antigo ainda em atividade no comitê.

Para ele, o mês de maio será a data limite para uma definição a respeito da manutenção dos Jogos.

“Várias coisas têm de começar a acontecer [nessa época]. Você tem de começar a elevar a segurança, a comida, a Vila Olímpica, os hotéis. As pessoas de mídia deverão estar lá construindo seus estúdios. Se os Jogos não puderem ir adiante como planejado, provavelmente deveremos olhar para um possível cancelamento”, completou ele, em entrevista à Associated Press.

Nesta semana, Kuwait, Bahrein, Afeganistão, Iraque e Omã registraram seus primeiros infectados.

Torneios qualificatórios  para a Olimpíada já tiveram de ser remarcados, como o de futebol feminino, levado de Wuhan, na China, para a Austrália. Mesmo com a transferência, as datas tiveram de mudar, porque a seleção chinesa foi obrigada a ficar um período em quarentena.

A Federação Internacional de Basquete mudou o Pré-Olímpico feminino de Soshan, na China, para Belgrado, na Sérvia, e o Mundial indoor de atletismo de Nanjing foi transferido para 2021. Todos os jogos de futebol no país asiático estão suspensos.

No Japão, o treinamento dos voluntários que vão trabalhar nos Jogos foi adiado por tempo indeterminado.

Pound pondera que, pelas informações disponíveis por enquanto, quem deseja ir para Tóquio deve manter os planos. A Olimpíada receberá 11 mil atletas para o período de 24 de julho a 9 de agosto. Outros 4.400 devem estar na Paraolímpiada, de 25 de agosto a 6 de setembro.

Em mensagem enviada à agência de notícias AFP, a organização dos Jogos afirma que o cancelamento ou adiamento jamais esteve em pauta e que a programação continua como prevista.

“A organização da Tóquio-2020 seguirá colaborando com o Comitê Olímpico Internacional e com órgãos relevantes em relação a quaisquer medidas preventivas que possam ser necessárias até lá. A prevenção de doenças contagiosas constitui uma importante parte no nosso plano de sediar os Jogos Olímpicos com total segurança”, diz o texto da assessoria do evento.

Visão aérea do novo estádio de Tóquio, que será a principal arena da Olimpíada deste anoVisão aérea do novo estádio de Tóquio, que será a principal arena da Olimpíada deste ano – Charly Triballeau-20.fev.20/AFP

A versão moderna dos Jogos Olímpicos, iniciada em 1896, foi cancelada apenas em 1916, 1940 e 1944, por causa da 1ª e da 2ª Guerras Mundiais.

Para Pound, o futuro da Olimpíada em Tóquio não depende do COI, e sim do desenvolvimento ou não do coronavírus. “Se virar algo semelhante à gripe espanhola na questão da letalidade, então todos terão de tomar seus remédios”, completa, se referindo a medidas que podem levar ao cancelamento dos Jogos.

A gripe espanhola foi uma pandemia que, em 1918 e 1919, matou entre 50 e 100 milhões de pessoas ao redor do mundo.

Avancini vence uma das mais prestigiadas provas do MTB mundial

O brasileiro Henrique Avancini (Cannondale Factory Racing) faturou neste domingo a Copa Catalana Internacional BTT, a Super Cup Massi de Banyoles, na Espanha, uma das corridas mais clássicas do mountain bike mundial, e mostrou que está em uma incrível forma.

O brasileiro na disputa da corrida espanhola, categoria Hors Class UCI

Pódio da Super Cup Massi Banyoles

Avancini assumiu a ponta logo no início, segurou a vantagem e conquistou vitória solo, com 37 segundos de vantagem sobre o francês Victor Koretzky (KMC-Orbea), que já venceu a prova três vezes e era um dos favoritos. O também francês Jordan Sarrou (Absolute Absalon) ficou em 3º, a 45 segundos, batendo David Valero (MMR) por quatro segundos.

Koretzky foi o único que acompanhou Avancini que, na terceira volta do circuito, atacou forte e conseguiu se distanciar. Avancini, número 2 do ranking mundial UCI, comemorou muito a vitória, cruzou a linha de chegada eufórico e cumprimentando os fãs.

A prova, que abriu a temporada do XCO na Europa, é uma das mais prestigiadas do MTB e está inserida na categoria Hors Class UCI. Veja mais no site oficial 

Fonte Bike Magazine

34º Torneio de Verão de Ciclismo, Inscrições Abertas

Prova: 34º Torneio de Verão de Ciclismo
Data: De 14/02/2020 à 16/02/2020
Horário: 07h
Local: Ilha Comprida/SP – Centro

Programação do Evento
Dia 14/02 – 1ª Etapa em Ilha Comprida no Centro
Concentração às 07h00

Dia 14/02 – Congresso Técnico em Ilha Comprida
Arena da Prova Às 8h00

Dia 15/02 – 2ª Etapa em Ilha Comprida no Centro
Concentração às 07h00

Dia 16/02 – 3ª Etapa em Ilha Comprida no Centro
Concentração às 07h00

  • Categorias:
    Master A (30 a 39 anos – nascidos nos anos de 1981 a 1990)
    Master B (40 a 49 anos – nascidos nos anos de 1971 a 1980)
    Master C (50 a 59 anos nascidos nos anos de 1961 a 1970)
    Master D (60 anos e mais nascidos até o ano de 1960)
    Elite Feminino (19 anos e mais ou índice técnico – nascidas até o ano de 2001)
    Elite Masculino (19 a 29 anos ou Índice técnico – nascidos nos anos de 1991 a 2001)
    Open Júnior Masculino (15 a 18 anos – nascidos nos anos de 2002 a 2005).

    Percurso do Evento
    Mapa do percurso da prova – Medida 3,1Km/Volta:
    Clique Aqui

    Premiação do Evento
    Serão premiados os 3 primeiros colocados com medalhas personalizadas e na classificação geral final, em todas as categorias, serão premiados os 5 primeiros colocados, sendo, os 3 primeiros colocados premiados com troféus personalizados e o quarto e quinto colocados, premiados com medalhas personalizadas.
    Na Classificação Geral Final, para todas as categorias, haverá uma premiação em dinheiro detalhada no Regulamento da prova.

 

Conheça os encantos e as histórias de Santa Rita do Passa Quatro, SP

Cidade reúne diversas opções de lazer e é uma boa alternativa para as férias.

Igreja Matriz tem belos vitrais (Foto: Felipe Lazzarotto/EPTV)
Igreja Matriz tem belos vitrais do artista ítalo-brasileiro Nicolau José Biagini (Foto: Felipe Lazzarotto/EPTV)
A cidade de Santa Rita do Passa Quatro (SP) oferece diversas opções gratuitas de lazer e é uma boa alternativa para as férias por unir cultura, belezas naturais e, claro, muita diversão.

Os encantos começam na Igreja Matriz. Construída na segunda década do século 20, ela foi restaurada de 2005 a 2009 e possui mais de 40 vitrais coloridos e delicada pintura do artista ítalo-brasileiro Nicolau José Biagini. Uma beleza que atrai turistas e moradores.

“Nasci aqui, fui criada aqui, batizada, fiz a primeira comunhão e fui crismada. Eu me sinto muito bem dentro da igreja e venho. Relembro muitas coisas aqui dentro”, comentou a funcionária pública Sandra de Souza Caçapava. Nascida em Santa Rita, ela agora mora em Pirassununga, mas quando visita a família não deixa de passar pela Matriz.

Outra atração é o Museu Zequinha de Abreu, dedicado a José Gomes de Abreu, o compositor de Tico-Tico no Fubá.  No passeio, é possível apreciar objetos pessoais do compositor, como a certidão de batismo, e ainda passear por reproduções dos cômodos de sua casa.

Tantos detalhes agradaram o guarda civil metropolitano Marcos Antônio de Araújo, de São Paulo. “Poder passar para os meus filhos, para os meus netos o conhecimento a respeito do Zequinha de Abreu e do museu em si, tudo que corresponde à vida de Zequinha de Abreu e sua banda, as pessoas que tocavam junto com ele”.

Quem prefere aventuras também tem opções na cidade. Uma delas é o Deserto do Alemão, formado pela ação da natureza.  “É uma voçoroca, que é um fenômeno geológico em que a vegetação não protege mais o solo e a água da chuva forma grandes buracos. o pessoal vem para se divertir, para escorregar na areia, correr, andar pelo riachinho”, contou Cristiana Medeiros, chefe de setor de turismo.

Já para quem busca paz, o Morro do Itatiaia é ideal, com seu Cristo Redentor de 22 metros de altura e uma visão panorâmica do vale do Rio Mogi. “É uma sensação gostosa, de paz, espiritualidade boa, transmite serenidade, muita calma e isso faz a gente esquecer o correr do dia a dia, é muito bom”, avaliou o advogado André Leandro Rodrigues.

O relaxamento também é um ponto forte da Cachoeira Três Quedas, localizada no Córrego Passa Quatro, que dá nome à cidade. “Nesse calor a gente tem que aproveitar bastante, curtir a natureza”, opinou um dos turistas. Para se banhar é preciso descer quase 400 degraus, mas a tarefa é recompensadora, segundo o empresário Valdemar Serrano. “Vale a pena. É uma natureza linda”.

Tem mais
Outros pontos turísticos são a casa de força da antiga usina hidrelétrica da cidade, que começou a ser construída em 1895, e o Parque Estadual Vassununga. A área verde é considerada a unidade de conservação que melhor reflete a situação de cobertura florestal do interior de São Paulo. Um espetáculo para os olhos.

Parque Estadual Vassununga reflete a cobertura florestal do interior paulista (Foto: Felipe Lazzarotto/EPTV)
Parque Estadual Vassununga reflete a cobertura florestal do interior paulista (Foto: Felipe Lazzarotto/EPTV)
Fonte – G1 São Carlos e Araraquara

Temporada 2020: veja calendário da Copa do Mundo e do Mundial de MTB

Com os Jogos Olímpicos de Tóquio-2020 no meio da temporada, o Mundial de MTB XCO e as etapas da Copa do Mundo de MTB  terão datas bem diferentes das usuais no ano que vem. E, também por causa dos Jogos Olímpicos, a Copa do Mundo terá somente seis etapas.

Vale destacar que as provas do cross country olímpico no Japão serão nos dias 27 e 28 de julho, um mês depois do Mundial de MTB, que será de 26 a 28 de junho em Albstadt, na Alemanha.

Na programação da Copa do Mundo, as três primeiras rodadas serão das competições do downhill. A novidade é a estreia de Lousã, em Portugal, que abre o calendário. Lousã, no distrito de Coimbra, é um tradicional ponto de encontro e de eventos das equipes de downhill e das empresas de suspensão, que fazem testes em suas trilhas. O DH segue em Maribor, na Eslovênia, e Lošinj, na Croácia, que retorna ao calendário.

As etapas do cross country olímpico começam na tradicional pista de Nove Mesto, na República Tcheca, em maio. Uma semana antes do Mundial será disputada a etapa em Vallnord, em Andorra. Em agosto as provas do XCO serão em Lenzerheide, na Suíça, e no Mont-Saint-Anne, no Canadá. No começo de setembro Val di Sole, na Itália, recebe a penúltima etapa. A temporada terminará, para o XCO e o DH, em Les Gets, na França, no final de setembro.

VEJA CALENDÁRIO

21 e 22 de março – Lousã – Portugal – DH
2 e 3 de maio – Maribor – Eslovênia – DH
9 e 10 de maio – Lošinj, Croácia – DH
22 a 24 de maio – Nova Mesto – República Tcheca – XCO/XCC
6 e 7 de junho – Fort William – Escócia – DH
19 a 21 de junho – Vallnord – Andorra – XCO/XCC – DHI
25 a 28 de junho – Mundial de MTB – Albstadt – Alemanha – XCO/XCR
14 a 16 de agosto – Lenzerheide – Suíça – XCO/XCC
21 a 23 de agosto – Mont-Sainte-Anne – Canadá – XCO/XCC – DHI
5 e 6 de setembro – Mundial de Downhill – Leogang – Aústria – DH
11 a 13 de setembro – Val di Sole – Itália – XCO/XCC – DHI
18 a 20 de setembro – Les Gets – França – XCO/XCC – DHI